Ministério da Cultura e
Petrobras apresentam

Seminário Campo Expandido:

A Convergência das Imagens

de 17 a 19 de Abril 2013

Universidade Estadual de Londrina

O Seminário Campo Expandido quer discutir em profundidade a produção imagética, colocando em pauta as referências e o debate sobre a produção da imagem no campo da cultura; como cotidianidade e modo de vida; como expressão artística, e as interfaces entre ambos.

É uma ocasião para visitarmos juntos a leitura da imagem e seus campos do conhecimento, assim como as novas estéticas criadoras que se colocam, em especial focando a linguagem fotográfica, suas hibridações e a grande convergência entre fotografia e videografia.

Que produtos e implicações surgem das convergências em torno da imagem?

De que maneira repercute a impregnância da imagem? O que existe convergindo e divergindo nas duas fontes sociais da profusão imagética? Por um lado, a superoferta verticalizada de mercadorias culturais e, por outro, o ambiente da cibercultura com as novas condições de portabilidade e acessibilidade aos dispositivos móveis de captação, edição e difusão.

Como repercutem esses cenários entre os profissionais, artistas, pesquisadores e críticos/curadores?

Ao participar, os pesquisadores, artistas e profissionais fotográficos e videográficos; os estudantes dos cursos de graduação e pós graduação ligados ao universo das convergências da imagem, como design, artes visuais, fotografia, cinema e comunicação; os amantes da fotografia e artes conexas, estarão expandindo - desenvolvendo, alargando e propalando – a consciência cultural, artística e estética sobre a imagem.

Cláudia Jaguaribe

Artista Visual

Galeria Baró

Deslocar as imagens de seu sentido original é, por isso mesmo, reinventá-las. Eis uma boa forma de definir o trabalho de Claudia Jaguaribe, carioca que mora e trabalha em São Paulo e manuseia diferentes mídias para ler e interpretar a contemporaneidade. Em sua produção estão as pessoas e a cidade; peculiares capturas e disposições estranhadas da natureza; a forma quando conteúdo. Com formação em História da Arte, Artes Plásticas e Fotografia, desde 1988 participa de exposições nos principais museus e galerias do Brasil e no exterior.

Eder Chiodetto

Curador Independente

Curadoria e crítica significam construir inteligência e referenciar a sensibilidade, quando tomam corpo no trabalho de Eder Chiodetto, mestre em Comunicação e Artes pela Universidade de São Paulo, jornalista, fotógrafo, curador independente e crítico de fotografia. É Curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM e Coordenador editorial da coleção de livros de fotografia brasileira FotoPortátil (Cosac Naify). Em 2009 foi eleito o melhor curador de fotografia 2008/2009 em eleição realizada pela revista Clix.

Giselle Beiguelman

Artista Visual e Pesquisadora

FAU USP

Giselle Beiguelman é ao mesmo tempo artista visual, crítica e pesquisadora no campo da imagem. Contribui para pensar a cultura na cibercultura, como fenômeno cultural da contemporaneidade, mas dentro do próprio processo desse fenômeno, do ponto de vista da inquietação artística, da pulsação crítica, da memória e do risco da des-memória. É professora da FAU USP, com reflexão e experiência enfatizando processos de criação com mídias, cibercultura, arte digital, internet, mobilidade e interface.

Juliana Monachesi

Curadora Independente

Crítica, curadora e jornalista especializada em artes visuais. Mestre em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atuou durante dez anos como repórter de artes e redatora do jornal Folha de S.Paulo (1999-2010). Encara a fotografia como uma forma de expressão dos nossos tempos, com especial interesse pela tecnologia digital modificando o dia-a-dia das redações de jornal, a criação dos fotógrafos e a produção artística de imagens digitais. Trata a crítica como um caminho de sensibilidade e disponibilidade para a leitura da arte, levantando as perguntas convenientes de se lançar a cada obra, gerando raciocínios que iluminam a criação e o repertório cultural.

Lucia Santaella

Pesquisadora

PUC SP

Lucia Santaella é uma referência paradigmática da pesquisa semiótica no Brasil, especialmente a de base pierciana, e igualmente do estudo das novas tecnologias. É pesquisadora, professora titular da PUC-SP com doutoramento em Teoria Literária na PUC-SP, e livre-docência em Ciências da Comunicação na ECA/USP. Professora da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas EESP-FGV, na área de Novas Tecnologias. Seu foco adentra pelas relações entre palavras e imagens nas mídias, no mundo eletrônico-pós-industrial. Contribui incisivamente na investigação dos meios de comunicação inovadores, analisando seus potenciais como linguagem e o impacto que produzem na cultura e na sociedade.

Mauricio Lissovsky

Pesquisador

ECO UFRJ

Um foco no estudo das relações entre imagem e história, abordando as tecnologia da comunicação e a estética, sobretudo na imagem fotográfica. È o que podemos esperar no Seminário Campo Expandido de Mauricio Lissovsky, professor adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro, historiador, roteirista e professor de roteiros para cinema e teoria visual. Lissovsky publicou, entre outros trabalhos, Escravos Brasileiros do Século XIX na Fotografia de Christiano Jr. (Editora Ex-Libris Ltda., São Paulo), escrito em parceria com Paulo Azevedo, sobre a maior e mais antiga coleção de fotografias de escravos no Brasil; Retratos Modernos (Editora Arquivo Nacional, Rio de Janeiro), sobre o arquivo oitocentista do Arquivo Nacional, que constitui uma importante obra para o entendimento da fotografia brasileira; e Máquina de Esperar (Ed. Mauad X, 2008).

Rogerio Ghomes

Artista visual e Pesquisador

UEL, PUC SP, Galeria Ybakatu

Doutorando no Programa TIDD (Tecnologias da Inteligência e Design Digital) da PUC-SP, Rogério Ghomes é também Mestre em Design pela UNESP (Universidade Estadual Paulista), com especialização em Fotografia pela UEL (Universidade Estadual de Londrina) e graduação em Desenho Industrial pela PUC-PR. É docente do curso de Design Gráfico na UEL e nos cursos de Artes Visuais – Multimídia e Desenho Industrial na Universidade Norte do Paraná (UNOPAR). É também um artista com trajetória de exposições individuais no Encuentros Abiertos – Festival de la Luz, realizado no Centro Cultural Recoleta, em Buenos Aires; na FUNARTE, em Brasília; no espaço Ybakatu, em Curitiba; no evento Território Ocupado, no Paço das Artes, em São Paulo; no ...Olhai, realizado no Museu de arte contemporânea de Americana; no Território Ocupado, realizado no Atelieaberto, em Campinas, e no evento Preferencial, na Divisão de Artes Plásticas da UEL, em Londrina, entre outros. Sua poética explora em profundidade o sentido artístico da fotografia, capturando sutilizas e diferenças; diferenciando em meio à mesmice das imagens com uma produção que cria mapas e roteiros para que as pessoas possam fruir: religar de novo o olho ao espírito humano.

Ronaldo Entler

Pesquisador e Crítico

FAAP SP

Inteligência e criticidade marcam a pesquisa de Ronaldo Entler. Graduado em Jornalismo pela PUC-SP, Ronaldo Entler é mestre em multimeios pelo IA-Unicamp, doutor em artes pela ECA-USP, pós-doutor em multimeios pelo IA-Unicamp. Atuou na imprensa como repórter fotográfico entre 1997 e 2002, participando também de exposições coletivas e individuais. Foi diretor artístico da área de fotografia da Fundação Cultural Cassiano Ricardo de São José dos Campos, entre 1991 e 1995. Entre 2005 e 2010, atuou como professor visitante no Programa de Pós-Graduação em Multimeios do IA-Unicamp. Atualmente, é professor e coordenador de Pós-Graduação da Faculdade de Comunicação e Marketing da FAAP, e professor da Faculdade de Artes Plásticas da FAAP.

Rosangela Rennó

Artista Visual

Galeria Vermelho

A produção de Rosangela Rennó em relação a fotografia adentram uma dimensão de filosofia da história, artes plásticas e - em muitos sentidos - poesia. Operando fusões entre fotografias jornalísticas e refugos fotográficos resgatados de diferentes épocas e fontes, o que ela faz é uma apropriação em favor da redenção das pessoas que foram esquecidas, não porque as recoloca em cena, biograficamente, mas porque as recupera enquanto imagem-sentido, na linha de pensamento de Walter Benjamin, quando este sustenta que nada é perdido ou insignificante para a história. A artista cria instalações que reinstalam e reabrem o imaginário social. Nascida em Belo Horizonte, Rennó vive e trabalha no Rio de Janeiro. É formada em arquitetura pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte (1986) e em artes plásticas pela Escola Guignard, Belo Horizonte (1987). Doutora em artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, São Paulo (1997).

Rubens Fernandes Jr

Pesquisador e Curador

FAAP SP

Rubens Fernandes Junior é um dos responsáveis, em pensamento e ações culturais, pela ideia de “fotografia expandida”, definindo assim a inquietação dos artistas que atuam pela superação dos paradigmas impostos pelos sistemas de produção fotográficos e por toda a gramática da tradição do fazer fotográfico. É jornalista, curador e crítico de fotografia, doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, professor e diretor da Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Alvares Penteado (Facom-FAAP). Foi um dos criadores do Nafoto – Núcleo dos Amigos da Fotografia, responsável pelos eventos do Mês Internacional de Fotografia, que ocorreram de 1991 a 2011 em São Paulo. É autor do livro Labirinto e Identidades, Panorama da Fotografia no Brasil. 1946-98, pela Cosac Naify; A Fotografia Brasileira no Século XIX, da Editora Francisco Alves, entre outros. Foi um dos criadores e consultores do Departamento de Pesquisa de Fotografia do Instituto Itaú Cultural, atuando também como consultor para várias entidades públicas e privadas.

A programação de três dias do Seminário Campo Expandido divide-se entre palestras e mesas redondas com a participação de dois convidados e um mediador, buscando confrontar diferentes interpretações e aproximações sobre o pensar imagético.

Dia 17 de Abril › quarta

19h00 · Abertura
Recepção, entrega dos crachás
e falas introdutórias
19h30 · Conferência
O 4º Paradigma da Imagem
Lucia Santaella
21h00 · Conferência
Fotografia e seus duplos:
um quadro na parede
Maurício Lissovsky

Dia 18 de Abril › quinta

15h00 · Mesa 1
Ser fotografia, tornar-se fotografia
Ronaldo Entler

A revolução não será televisionada.
Será além-tela. E já começou...
Giselle Beiguelmann

Mediação: Juliana Monachesi
17h00 · Mesa 2
Fotografia Expandida
Rubens Fernandes Jr e Claudia Jaguaribe

Moderador: Rogerio Ghomes
19h00 · Sessão de Autógrafos
com as artistas Claudia Jaguaribe e Rosangela Rennó
20h00 · Conferência
Rosangela Rennó

Dia 19 de Abril › Sexta

19h30 · Mesa 3
Nova abstração e novas mídias
Juliana Monachesi e Rogerio Ghomes

Mediação: Ronaldo Entler
21h00 · Conferência
Fotografia: movendo fronteiras
à golpes de luz
Eder Chiodetto

Os Conferencistas apresentam os seus respectivos temas

O Quarto Paradigma da Imagem

Lucia Santaella

Entre especialistas nas questões relativas à imagem têm surgido perguntas do tipo: Será que a fotografia não existe mais? Como será o cinema do futuro? A tradição do cinema experimental foi inteiramente engolida pela videoarte? Como se situa a arte digital no cenário dessas mutações? Alguns vêm dando o nome de era pós-fotográfica a esse complicado panorama. Ora, o “pós-fotográfico” foi uma nomenclatura que dominou nos anos 1980, quando se deu a entrada triunfal do computador na cena da produção de imagens, o que me levou a produzir, na época, um estudo sobre os três paradigmas da imagem: o pré-fotográfico, o fotográfico e o pós-fotográfico. À luz desse estudo e no confronto com as condições atuais da criação imagética, postulo um quarto paradigma da imagem, radicalmente híbrido, cujas características e consequências estéticas precisam ser estudadas. Esta palestra irá mapear a questão, apontando para os desafios que ela apresenta.

A Fotografia e seus duplos: um quadro na parede

Mauricio Lissovksy

Em "Antropologia da Imagem", Hans Belting sugeriu que as “imagens são os nômades dos meios”: montam e desmontam acampamento cada vez que uma nova mídia surge. Ao pensarmos a relação/distinção entre imagem e meios, a consciência do corpo emerge aqui como o “elo perdido” de uma longa história. Sempre que a fotografia inclui outra imagem dentro dela (pintura, tela de tevê), encena um capítulo desta história, pois as imagens provenientes do mundo vivem em tensão com as da memória, do sonho e da imaginação. A fotografia foi a guardiã dos paradoxos da distância e das tensões entre as imagens na modernidade. Por isso, ela ocupa hoje um lugar crucial no debate acerca da visualidade contemporânea. Nosso próprio destino e o destino das imagens estão de algum modo entrelaçados, como é possível depreender do famoso debate entre Jacques Rancière e JTW Mitchell, na Universidade de Columbia, em 2008. A última geração de artistas visuais do século XX procurou expressar a dor de tornar-se imagem, a dor da própria virtualização; a primeira geração de fotógrafos brasileiros do século XXI redescobre a promessa de corpo latente em cada imagem.

Ser fotografia, tornar-se fotografia

Ronaldo Entler

Uma imagem não se define apenas pelo modo como se codifica tecnicamente, mas também pelos rituais que constitui. A chegada das câmeras digitais não foi suficiente para esboçar a revolução prometida, foi preciso aguardar a existência de interfaces e ambientes que transformassem também o modo de operar e de fazer circular essas imagens. Ainda assim, essas dinâmicas são forjadas a partir de rupturas e diálogos com a tradição. De um lado, a fotografia digital mantém uma política de “analogias” com rituais consolidados, de outro, as convergências tecnológicas não inviabilizam a construção de uma estratégia de “divergência” pela qual uma imagem totalmente nova torna-se, ainda, fotografia.

A revolução não será televisionada.
Será além-tela. E já começou...

Giselle Beiguelman

A produção audiovisual hoje transcende as noções tradicionais de imagem que nos permitiam perceber com clareza os limites entre a fotografia, o vídeo e o cinema. Não só programas de edição de vídeo permitem-nos produzir stills, como fazemos animações dentro de programas de edição de fotos. Mas isso é pouco. O que importa é que produzimos com os mesmos equipamentos diversos tipos de imagens, e isso não diz respeito apenas à cena amadora, catapultada por celulares e pequenas câmeras multifuncionais. A cena repete-se no nível profissional.

Essas transformações, no porte e no perfil das câmeras, são importantes porque não são mudanças apenas técnicas. Afetam toda a cadeia de produção, aumentando sensivelmente nossa capacidade de capturar imagens. Não seria exagero dizer que a miniaturização das câmeras tem nos colocado diante da emergência de um terceiro olho na palma da mão.

Mais do que isso, as imagens tornam-se táteis, reativas aos nossos gestos, temperatura e presença e participam de uma nova linhagem do design. Wiis, Ipads, Xboxs e toda uma gama de novas telas são exemplos quase autoexplicativos dessa linhagem de produção. Tudo indica que adentramos a época dos equipamentos de exercícios de sinestesia para as massas, em que as coisas parecem ser feitas para explorar a combinação de sentidos, como a visão e o tato, e converter as imagens que nos rodeiam, antes meras superfícies clicáveis, em interfaces com as quais nos relacionamos e dentro das quais passamos também a existir, em situações cada vez mais interconectadas e mediadas.

Esse processo implica uma mudança sem precedentes na história das imagens técnicas: a revolução do além-tela já começou. Ela é feita a partir de novos dispositivos de projeção, câmeras, e novos espaços e recursos de fruição. Canibaliza o direito de acesso de projeção do sujeito na tela, subvertendo não só os modos de fazer (enquadrar, editar, sonorizar), mas também os modos de olhar.

Nova Abstração e Novas Mídias

Juliana Monachesi

Discussão sobre o ressurgimento da abstração no contexto da onipresença do lastro com a realidade nas imagens que povoam nossa paisagem midiática; análise comparativa de produções artísticas, de base tecnológica e de vocação low tech, com predominância abstrata para pontuar diferenças no amplo uso que se faz dessa linguagem.

Fotografia: movendo fronteiras à golpes de luz

Eder Chiodetto

O curador Eder Chiodetto irá mostrar a partir da obra de diversos artistas contemporâneos como a fotografia teve seu uso expandido e passou a interagir de forma mais eloquente com linguagens como pintura, gravura, escultura, instalação e cinema, por exemplo. Além dessa flagrante diluição de fronteiras entre linguagens, a fotografia contemporânea observa outras convergências que também serão abordadas, tais como o livre trânsito na temporalidade que anula a histórica demarcação de um espaço-tempo definido e a opacidade que amplifica a indistinção entre realidade e ficção.

Fotografia Expandida

Rubens Fernandes Jr

A fotografia expandida existe graças ao arrojo dos artistas mais inquietos que deram início a esse percurso de superação dos paradigmas fortemente impostos pelos fabricantes de equipamentos  e materiais. Portanto, a fotografia expandida, tem ênfase  no fazer, nos processos e procedimentos de trabalho cuja finalidade é a produção de imagens que sejam essencialmente perturbadoras. A fotografia expandida é desafiadora, porque subverte os modelos e desarticula as referências.

Os três dias do Seminário Campo Expandido acontecerão no auditório do CESA, na Universidade Estadual de Londrina (Londrina-PR). O Auditório tem capacidade para 300 pessoas e está localizado entre o departamento de Design e o Centro de Estudos Sociais Aplicados (CESA), quase vizinho da Biblioteca Setorial de Humanas.

As inscrições pela internet estão encerradas.

Em apenas três dias de inscrições, atingimos a lotação máxima do auditório!

Porém, de acordo com a disponibilidade de lugares, você ainda poderá se inscrever presencialmente nos momentos que antecedem cada palestra ou mesa redonda do seminário.

Fique atento à programação do evento e acompanhe as últimas notícias pela nossa página no Facebook.

As palestras e mesas redondas serão transmitidas ao vivo.

Posteriormente, todos os registros audiovisuais produzidos durante o Seminário (palestras, entrevistas, mesas, discussões) serão disponibilizados aqui mesmo no site do evento.

Para receber notícias futuras sobre o projeto Campo Expandido, inscreva-se na nossa newsletter.

Concepção e Coordenação geral

Rogério Ghomes

Produção

Alex Lima

Fotografia e videografia

Equipe Leste Filmes

Guilherme Gerais

Fabio Oliveira

Felipe Oliveira

Design e Comunicação Visual

Uriá Fassina

Estagiários

Gabriel Darcin

Marília Affonso


APOIO INSTITUCIONAL


APOIO
PATROCÍNIO
REALIZAÇÃO